Só há conversão, se houver interpretação.

As empresas investem bilhões de dólares em sistemas de apoio ao marketing de relacionamento com o objetivo de melhorar os processos e ampliar os canais de comunicação com clientes. Com isso, captura dados sem antes prever uma estratégia para utilização dos mesmos.

Quando se faz pesquisa, a necessidade é levantar informações reais e, posteriormente, analisar e interpretar os dados. Porém, os números podem ser apenas números ou, o contrário, nossos aliados quando sabemos aproveitá-los com inteligência. Daí a origem do termo inteligência de mercado no mundo do marketing. A partir do momento em que todas as análises são feitas, chega-se a interpretações de pontos positivos, apontamentos sobre a situação atual e indicadores das oportunidades. É exatamente as oportunidades em que um bom planejamento deve atuar. Ser capaz de coletar informações, objetivar e criar estratégias.

Um bom estrategista não se deixa impressionar por situações quaisquer, ele sempre encontra uma maneira de superá- las. É claro que a criatividade estratégica tem um destaque importante neste processo, pois a experiência vai dar subsídios de conhecimento para que as soluções não sejam as mesmas, dentro de um cenário competitivo. Quando as soluções são diferenciadas o destaque acontece e os resultados aparecem.

Mas aonde chegar? Simples: se o marketing digital chegou ao ponto em que estamos, um dos pontos primordiais são os números. Mensurar uma campanha no mundo virtual é mais real do que se parece. É possível coletar informações preciosas de alcance, envolvimento, comportamento, informações demográficas, geográficas, número de leads captados, conversões de vendas e outros tantos indicadores que são cruzados entre si. Estes cruzamentos devem ser interpretados de forma muito atenciosa.

O ponto-chave da questão está na experiência e no conhecimento. Uma pessoa comum é capaz de observar os números e criar expressões de bom ou ruim. Um estrategista não, por mais que os números apontem bons resultados, ele sempre achará uma maneira de potencializá-los criando novas metas. O conhecimento traz aquele toque conhecido como criatividade e que é outro ponto que chama atenção. Ser criativo não se trata de inspiração, mas de todo o trabalho envolvido por trás. Por exemplo: aquele que conhece as ferramentas da comunicação a fundo, na prática domina as palavras e sabe chamar atenção, criar interesse, despertar desejos e levar o público à ação ou interação. Este envolvimento é essencial para vendas ou para relacionamento com uma marca.

O profissional de marketing digital sabe trabalhar muito bem com números e com palavras, como no caso do Google, seja ele orgânico (sem investimento) ou patrocinado (pago). A diferença não está somente enquanto se está leiloando* em relação às palavras, mas quais as combinações que trarão o destaque esperado. Isso significa resultados. Criar campanhas com palavras óbvias não terá retorno efetivo. É preciso usar os números para entender como o público pensa e age. Além disso é possível ter uma boa posição nas buscas do Google antes mesmo de iniciar investimento. Mas como? Esse assunto você pode acompanhar em nosso canal do youtube.

*Lances em valor monetário sobre determinada palavra, expressão ou grupo de anúncios Google.